segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Análise Jogos: Darkest of Days (2009)


Tá demorei 2 meses e meio pra voltar a atualizar e...

...

Ah, chega de pedir desculpas! To parecendo peão pedindo desculpas a patrão.

Sim, não atualizei nesses últimos 2 meses e meio e FODA-SE!

Jogar é DIVERTIDO DEMAIS pra se pensar em digitar reviews.

Btw, meu quarto tá sem uma mesa pra eu por meu notebook. Digitar em casa se torna praticamente impossível. Eu poderia fazer isso na sala, mas só pela noite, já que moro em uma casa com 3 crianças. Deixar meu notebook no meio da sala é pedir pra destruí-lo e de noite uma jogatina de X360 é sagrada \o/

Então aproveitarei meus dias de "vagalice" no escritório do meu pai que só sirvo pra atender telefone, pra digitar meus reviews.

Começando por esse.

Enjoy it.

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"So... what the hell we do now, brother?" - Dexter

Aqui estou eu novamente! Fugindo mais uma vez do especial Wolfenstein e enrolando vocês!

MWAHUAHUAHUAHUAHAHA!

...

Bom, dessa vez vou falar de Darkest of Days, um joguito lançado no início de setembro e que a capa é tão tosca, mas tão tosca que quando vi nos releases do blackca... digo, quando vi nas lojas, não poderia deixar de baix... comprá-lo!

Hum, isso saiu meio estranho, xo tentar de novo.

...um joguito lançado no início de setembro e que a capa é tão tosca, mas tão tosca que quando vi nos releases das lojas...

FUCK! OK, de novo.

...um joguito lançado no início de setembro e que a capa é tão tosca, mas tão tosca que quando vi nos blackcats, resolvi lojas...

INFERNO!

...um joguito lançado no início de setembro e que a capa é tão tosca, mas tão tosca que quando vi nas lojas, não poderia deixar de baixá-lo...

Ah, PORRA! OK, desisto, vocês entenderam.

O importante é que a capa é muito, mas MUITO tosca. Sério, olhem isso aí. Parece capa daqueles jogos genéricos feitos no fim do século 20.

Aliás, aquela época foi uma praga. Quem tinha PC tinha mais opções de jogos genéricos que os consoles tiveram na crise dos VGs nos anos 80. É como se criassem um kit de desenvolvimento de jogos para newbies por um precinho camarada, 500 mil pessoas compraram e lançaram jogos estupidamente fracos, com uma jogabilidade que faria você morder o teclado de raiva e diversão... que diversão? Os malditos queriam ver você estressado de qualquer jeito. Foda-se a diversão!

Tomem DISTÂNCIA da eGames. Empresa maldita de jogos baratos e de baixa qualidade

Ainda bem que essa época passou... ufa.

Em 1999 essa capa seria de um jogo totalmente dispensável e 10 anos depois?

Mais dispensável ainda!

Como todo gamer que se preze de louco tem um pouco, eu não só joguei como ZEREI e CONSEGUI TODAS AS CONQUISTAS NO MEU EQUISBOQUISI TREZENTOS E SESSENTA!

Então vocês devem estar falando: CARALHO! Então o jogo é bom pra porra!

Calme, calme... pere... vamos por pedaços (chega de falar partes).

E pedaços me lembra bolo. Lembrar de bolo me dá fome.

...

**Sai para comer um pedaço de bolo de milho e volta**

Bolo de milho, hummmm

Agora sim! Vamos lá.

A história de Darkest of Days é digna de um filme trash: começa com você, um ser chamado Alexander Morris, lutando na batalha de Little Bighorn e... ok, pequena aulinha de história para vocês: a batalha de Little Bighorn foi uma batalha feita perto de rio homonimo nos dias 25 e 26 de junho de 1876 (entendo sua decepção, mas não é a toa que tem nome de BATALHA e não GUERRA, mas está no meio das Guerras Índias americanas) entre o sétimo regimento da cavalaria americana comandada pelo famoso General Custer (se eu não me engano este é sacaniado no filme "Uma Noite no Museu 2") e os índios (nativo americanos). General Custer é tão incompetente, mas TÃO INCOMPETENTE que conseguiu PERDER e não só perdeu como foi um MASSACRE.

Mas enfim, depois de obter este vasto conhecimento que você só conseguiria de 2 maneiras: ou sendo americano e estudando lá ou lendo na Wikipédia, você deve estar pensando que lutou no lado vencedor, certo?

WRONG!

Você luta no lado do maluco do Custer e o início do jogo é você subindo uma montanha com mais 2 colegas de guerra.

Aí que começa o jogo de verdade.

Esse monte de corpos me lembra Left 4 Dead 2

A dublagem dos personagens é simplesmente a coisa mais tosca que você já ouviu. É tão tosca, mas TÃO TOSCA que você dará risada. É totalmente artificial e sem emoção nenhuma.

Os gráficos são feios, mas FEIOS mesmo. FEIOS PRA CARALHO! A movimentação dos personagens além de ser TOTALMENTE igual, ainda andam feito uns pinguins.

Com isso você dá risada, mas vem a parte que não é nem um pouco engraçada: SLOWDOWNS!

SLOWDOWNS!!!11!1

SLOW FUCKIN' DOWNS!!!

De todos os pontos ruins que um jogo pode trazer, pode ter certeza que SLOWDOWNS é a coisa mais sacana que pode existir.

Pior que a engine é tão mal feita que isso não é coisa de 2 ou 3 partes. Se reflete praticamente O JOGO INTEIRO!

E isso ajudou muito na pior primeira impressão que já tive de um jogo. Longe de ser o pior jogo que já joguei, mas também é de longe o que tem a pior primeira impressão de todos os tempos.

Mas continuando a história: você é atingido por uma flechada na perna e quando está prestes a morrer é salvo por um agente que veio em uma esfera azulada e está totalmente protegido com uma armadura maluca. Tal armadura se mostra completamente inútil quando este agente sofre um tiro de quem não faço idéia, mas também... você vê um ser vindo de uma esfera gelatinosa azul, totalmente protegido por uma armadura maluca... você não sabe quem é, nem o QUE é, mas MATE ESSE FILHO DA PUTA! É UMA AMEAÇA!

Mas bem, a dublagem desse tal agente chega a ser pior que os seus colegas de guerra e isso te rende mais risadas ainda.

Enfim, você é mandado para o que dizem ser século 22 e descobre que a viagem no tempo foi algo recém-descoberto e que agora você deverá fazer missões para uma empresa chamada KronoteK.

Você é um entendido que não questiona porcaria nenhuma, nem mesmo o fato de ter viajado pro século 22 e porquê tem de fazer aquele trabalho. As ordens são passadas e você faz. Realmente tá explicado porque seguiu as ordens do General Custer em uma batalha suicida.

Ela te dá as ordens. Discutí-las? Não mesmo.

O jogo é baseado em uma única missão: consertar os erros do Dr. Koell. Para isso você viaja para a primeira guerra mundial, a guerra civil americana e posteriomente um pouco da segunda guerra.

Quem é Dr. Koell? Oh, desculpe, costume de não precisar explicar nada que foi passado para meu personagem... Dr. Koell é o doutor que é fundador da KronoteK e também chamado de "Pai do tempo" por ser o primeiro a desenvolver a tecnologia de forma prática.

Como todo doutor cientista desse tipo é 99,99% louco, este volta no tempo em várias épocas diferentes e faz uma bagunça desgraçada. Sua missão é deixar tudo nos "eixos" novamente.

Se você tiver uma noção de física, sabe que voltar ao tempo pra tentar ajeitá-lo só vai piorar cada vez mais a situação, é quase tão destruidor quanto consolar uma pessoa que perdeu alguém próximo dizendo "A vida continua". Cada pequena mudança que você faz, resulta em um futuro totalmente distorcido e isso não é diferente em Darkest of Days. Quanto mais você volta ao tempo pra tentar corrigir os erros de Dr. Koell, mais fode tudo.

Ajudar os russos na WWI por benefício próprio é uma das missões.

Não dá pra dizer que o enredo é vencedor de oscar, no máximo é parecido com O Som do Trovão, ou seja: não é grande coisa, mas é esforçado. Tem seus absurdos que no início podem ser intrigantes, mas depois ficam consideráveis.

O caso é que esse enredo chega a ser algo novo em jogos e esse foi um dos motivos que REALMENTE me fizeram jogar.

Mas agora que você conhece a história, vamos falar do jogo, farei uma divisão básica aqui:

Se você matar 3 pessoas que estão brilhando, você é assassinado pelos "corretores do tempo". As pessoas brilhantes são as que NÃO PODEM morrer de forma alguma, pois na linha real do tempo elas são responsáveis por grandes coisas no futuro. Solução? Atire nas pernas.

O que o jogo tem de bom

-O quesito "diversidade" é de longe o ponto forte do jogo, mas não significa que ele seja fuckin' foda fodástico. Você passa pela guerra civil americana, primeira guerra, segunda guerra e idade antiga. Você pode evoluir seu rifle e sua pistola para carregarem mais rápido, terem maior damage e etc. Nada de excepcional, mas também não é ruim.

Sobre a Primeira guerra mundial e idade antiga = A primeira guerra mundial praticamente não existe em jogos e é rara até mesmo em filmes. Já Darkest of Days mostra com detalhes, apesar de não levar em consideração o objetivo da guerra (o que seria desnecessário considerando seu objetivo do jogo).

Quanto a idade antiga, FPS em Pompéia no ano de 79 AC? Por mais que alguém não goste desse jogo, tem de admitir que isso foi algo novo.

Missão em dirigível no WWI. Você sabe que dirigíveis foram abandonados por serem muito sensíveis a fogo, não é? Com isso você tem uma noção de quão chata essa missão é.

-Comédia = Esse é um ponto fundamental no jogo e um dos erros que vejo em reviews (até mesmo os meus de primeiras impressões que fiz na comunidade Xbox 360 Oficial do orkut). Entendam uma coisa: Darkest of Days é um jogo comédia. Analisar o jogo como sendo algo sério é quase o mesmo que analisar um filme de comédia como sendo drama, não dá.

DoD tem um tema trash e é isso que o jogo é: trash. A dublagem ruim, o soldado da guerra civil falando igual a salsicha de scooby-doo, seu companheiro Dexter... esse jogo não é sério e nem pretendia ser. É bom para dar umas risadas se não levar a sério.

-Armas variadas e até mesmo fiéis = a cada época que você viaja, você dispõe das armas de tal época e do lado em que você batalha. Na guerra civil mesmo existem aqueles rifles que carregam 1 bala só e precisa botar pólvora, a primeira guerra mundial conta com uma versão mais antiga da Gewehl 43, enquanto a segunda guerra mundial conta com MP40 e variadas. Na idade antiga você só não usa espadas porque o momento do jogo não permite (jogue se quer saber porque não. RÁ!).

-O jogo segue o estilo "a la Call of Duty", ou seja: é linear, você vai fazendo exatamente o que é dito pra fazer e acompanha a história como se fosse um filme. Se isso é uma vantagem? Bem, pra DoD sim. Se o jogo fosse "faça uma missão e volte" duvido que teria a paciência de zerá-lo, pois seria apenas mais um FPS chato.

Ao carregar uma arma essa barrinha aparece e é carregada. Ao apertar o botão dentro daquele espaço ali, sua carregada é muito mais rápida. Infelizmente com alguns upgrades se torna praticamente inútil.

O que o jogo tem de ruim

-Slowdowns, slowdowns, SLOWDOWNS, SLOWDOWNS!! SLOW DOWNS! S-L-O-W-D-O-W-N-S!!!1

-O jogo só mostra uma definição se ele queria ser sério ou comédia mais adiante. Mesmo com a dublagem porca, os acontecimentos inusitados e o seu companheiro Dexter, não fica claro logo de início o que o jogo quer ser. O problema disso é apenas um: a primeira impressão é péssima e provavelmente fez muita gente vender seu jogo por metade do preço que comprou e gritando "GET THE FUCK OUT HERE!"

-Um acabamento melhor não custa nada e não me refiro a apenas gráficos. A engine é tão tosca que em várias partes a tendência é que você desista de jogar de tantas falhas gráficas, bugs e slowdowns.

-A inteligência artificial é simplesmente a PIOR que já existiu em um jogo e isso não adianta me dizer que é porque é comédia.

-Os efeitos sonoros, mesmo desconsiderando a dublagem, são fracos, sem graça e artificiais.

-Não tem multiplayer (será que eu deveria adicionar isso na parte de vantagens?). Zerou (conseguiu tal façanha?), legal, tire o DVD, venda, faça qualquer coisa, mas ficar com ele é inútil. O fator replay é baixo, quase nulo.

-A jogabilidade é diferente. Não é dura, mas é diferente. E nesse momento eu digo: FOR GOD'S SAKE, POR QUE DIABOS OS JOGOS NÃO USAM UM PADRÃO ÚNICO DE BOTÕES? Left 4 Dead é um padrão, CoD é outro, DoD é outro... PQP! E o pior é que NÃO DÁ PRA CONFIGURAR! Mandam o jogo pra você e falam: tá aqui o padrão de botões. Acostume-se com ele ou desista do jogo.

E afinal quem teve a brilhante de idéia de por o botão de se abaixar pra ter que segurar? E pior ainda: o botão é apertar o analógico esquerdo. Você só não vai se abaixar e se "arrastar" ao mesmo tempo se for um robô e deixar o botão pressionado fixo no centro sempre. O problema disso é que você se esconde em um lugar e vai se "arrastando" aos poucos até sair do lugar e levar um head shot lindo.

"FFFFFFFFFFUUUUUUUUUUUUUUUUU-", acreditem: poucas vezes eu gritei um sem ser de propósito e nesse jogo aconteceu várias vezes.

O mapinha serve pra ajudar e indicar onde deve-se ir para cumprir as missões. Os mapas são gigantescos e poucas partes aproveitáveis.

DoD pode ser um jogo engraçado e divertido em alguns momentos, mas posso dizer que é worthless.

Não vale a compra, a baixada, a alugada, a emprestada... não, não vale. Não vale nem sequer jogar na casa de um amigo.

E aí você se pergunta: por que diabos você jogou, zerou e fez 1000G no X360?
Eu respondo: não sei, só sei que foi assim.

"E por que você fez um review se não gostou?"
Podem me considerar como um missionário. Estou salvando sua alma de jogos ruins e desconhecidos, começando por esse.

É um jogo do nível "Mantenha distância" e você DEVE OBEDECER! Não quer? Bom, fica por sua conta em risco. Não me responsabilizo por perdas e danos.

Avaliação técnica das categorias:

Não joguei a versão PC, mas pelo que vi não tem muita diferença quanto a X360. Se quiser se safar dos slowdowns, você vai precisar de um PC nextgen.

Precisar de PC nextgen pra jogar Darkest of Days chega a ser triste.

Gráficos:
Engine nova, porém de baixa qualidade o que resulta em SLOWDOWNS frequentes, falhas gráficas e bugs estranhos. Um dos responsáveis pela primeira impressão ruim e pelo jogo inteiro não valer a pena.

Os gráficos em geral também são fracos. Apelaram para a repetição de NPCs em batalhas, os movimentos são estranhos, e seu personagem é mais rápido que Usain Bolt sem uma explicação convincente.
Avaliação: 2,5

Artístico:
Ha Ha Ha!
Avaliação: NA (Não aplicável)

Diversão:
Prejudicada pelos slowdowns, algumas missões exaustivamente longas e chatas, inteligência artificial ridicula e outros.

Ajudada pelas dublagens toscas e ações do seu companheiro Dexter.

Média: vai pra recuperação. Sorry.
Avaliação: 4,0

Replay:
Como disse acima: não há nenhuma razão pra rejogar após zerar. Aliás, não há razão sequer pra zerar. Tem outras zilhares de opções de jogos no mercado que valem muito mais a pena.
Avaliação: 1,5

Jogabilidade:
Se salva por não ser dura, aliás, é até leve e os movimentos não são ruins, mas os botões diferentes e mal posicionados, além da falta da opção de configuração quase que anularam a "leveza" do controle.
Avaliação: 5,0

Dificuldade:
Conhece um jogo que tenha uma inteligência artificial porca? Ele é uma dimensão além de DoD, no mínimo. Os inimigos variam entre MUITO burros e MUITO inteligentes sem nenhum aviso prévio e não depende da situação. Em várias ocasiões você terá dúvida se tal pessoa está no seu time porque você passa por ela e nem sequer dá bola pra você, quando do nada... HEAD SHOT!

Na menor dificuldade, Jason ficará com inveja de você pela sua resistência a tiros.
Avaliação: 0,5 (sim, MEIO PONTO e nada mais. Estou sendo bonzinho ainda porque colocou o seu nome na prova)

Diversidade:
Não é especial, mas ainda assim é de longe o ponto mais forte do jogo. Grande variedade de armas, legal em fases e tem primeira guerra mundial e idade antiga em FPS. Se o jogo tem uma real vantagem, essa é uma delas.

Inclusive WWI e Pompéia pré destruição pelo vulcão badass foram exatamente os motivos de eu ter algum interesse nesse jogo.
Avaliação: 7,5

Som:
Desconsiderarei a qualidade da dublagem, já que o jogo é bem trash, ainda assim os efeitos sonoros são fracos, as músicas são repetitivas e sem graça. Muitos dos sons inclusive parecem ter vindo de pessoas que foram mal pagas para fazer seu trabalho.
Avaliação: 3,5

Multiplayer:
Inexistente. Ajudaria UM POUCO no fator Replay talvez. Who knows?
Avaliação: NA (Não aplicável)

Geral:
Darkest of Days é um jogo trash, traz Primeira Guerra Mundial e Idade Antiga, o que pode ser considerado uma boa vantagem, porém peca no restante e por isso não vale a pena em nenhum aspecto.

Mantenha distância e lembre-se que a curiosidade matou o gato. Sou um morto-vivo.

E a primeira medalha pra jogos ruins! Vamos aplaudir o DoD! Clap! Clap! Clap!

Avaliação Final: 3,7 / 10 (Muito Ruim)


"Temos que colocar uns 100 poloneses no primeiro mapa de WWII, o que faremos?"
"Vamos fazer um único modelo e repetí-lo 100 vezes."
"Brilhante idéia! Simplesmente brilhante!"


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Fim por hoje!

Provavelmente finalizarei o especial Wolfenstein no post que vem. Tentei rodar o RtCW: Operation Resurrection no meu velho PS2 e por alguma razão o maldito se recusa a rodar, então analisarei apenas o RtCW: Tides of War e o nem-tão-novo-assim-de-tanto-que-demorei-pra-analisar Wolfenstein.

Enfim, até lá!

o/

6 comentários:

Prosinecki disse...

"a tendência é que você desista de jogar de tantas falhas gráficas, bugs e slowdowns."

As vezes acho que você é bondoso com relação a algumas coisas, com toda a certeza do mundo essa seria a minha atitude quanto a esse jogo, jogaria a porra do dvd pela janela, daria 20 murros na mesa e ficaria altamente estressado

Cristiano disse...

good review!!!
A respeito do jogo:nao sei pq mas cada vez que vejo ou ouco algo a respeito da mais vontade de joga-lo. Lembto de que quando vc jogou ele e comentou a respeito, no inicio vc parecia injuriado (ou eh com "g") e falava com odio a respeito do joguito; depois vc demontrou um certo interesse e comentou que o jogo era qte interessante,e eh claro, chegou ate a zerar por completo. Vi ate um video review a respeito e a opniao de seja la quem foi que a fez foi quase identica a sua ...ou vc ama ou odeia esse jogo!. Nao sei nao, mas assim que aparecer uma brecha na lista de jogos que pretendo jogar, quem sabe meu sub-consciente acabe me fazendo tentar jogar essa criatura tao afrodisiaca.

Eu espero que nao...

o>
FFFFUUUUIIIiiiii!!!!!!
nevabow

alex disse...

kkk ótimo review, ri muito, mas que jogo trash da porra é esse? Começando pela capa uaeheauhea, sério, eu nao JOGARIA ISSO XD

Italo disse...

Olha, foi de fato uma das capas mias meia boca que ja vi. Mas... puta merda mas que porra thrash mesmo!

Artur disse...

Gostei dele, mas o melhor jogo do ano na minha opinião é Assassins Creed 2, é sensacional.

Matheus Mendes disse...

AIUSHAIUHSUAIHSIUHASUHAIH

Que viagem :D
Mto bom o review, mas eu curto jogo trash, é sempre bom dar umas risada :D.

VOu baixar um dia desses, proximo aliás, rç.
11111111