terça-feira, 15 de setembro de 2009

Análise Jogos: Dead Space (2008)


Entering Vacuum. Entering Zero Gravity.

Final de 1996, em uns 7 meses eu completaria uma década de vida. Era chamado por mamãe de "minho" e quando o meu pênis ficava ereto eu dava risada.

Sim, eu achava o ato de meu pênis ficar ereto engraçado. Pode acreditar: naquela época as crianças de 9 anos faziam algo diferente além de falar palavrões e não tinham a menor idéia do que era sexo.

Mas enfim... nessa época, o meu primo (que sempre comenta nos meus reviews) que ainda estava no meio da adolescência (16 anos) veio dos states e trouxe seu PS1.

Igual a esse. Um tijolão.

É, meu primo tinha um PS1 em 1996, ia morar conosco e trouxe para nossa casa. Posso dizer que era um privilegiado em dizer no colégio que jogava um PS1 ao invés de um SNES ou Mega Drive.

Ele tinha vários jogos originais. Ao ponto de dar inveja mesmo a qualquer colecionador. De cabeça eu lembro de Tomb Raider 2, Crash Bandicoot e Mortal Kombat Trilogy.

Infelizmente (ou felizmente) ele se "corrompeu", desbloqueou o console e passou a alugar/comprar jogos de uma locadora próxima aqui de casa.

Com isso chego ao ponto que queria: ele alugou Resident Evil (Biohazard) em JAPONÊS logo no lançamento.

Eu irei repetir caso você não tenha entendido: JAPONÊS.

RESIDENT EVIL EM JAPONÊS!

Tomanu Teuku

Tentamos entender aqueles símbolos da terra dos nerds tarados por peitos até onde podíamos. Parecia que esses desgraçados tinham desgosto da sua vida sexual nula e fizeram de alguma forma a porcaria do jogo chegar no Brasil.

Lembrando que naquela época a utilidade da internet dificilmente passava de ver notícias atrasadas na Uol e mesmo que existisse alguma forma de baixar jogos, levaria pelo menos uns 5 dias para baixar um jogo de PS1, o que não chegava nem perto de ser viável.

Mas quando chegou na parte dos quadros não dava mais. Ele, como todo bom estudante de segundo grau, calculou o numero de combinações que poderíamos fazer até acertar: 720.

Caso não tenha entendido, 720 é o resultado da progressão geométrica de 6.

Como naquela época eu (ainda) não era um mini nerd sem vida social e lascador de fimose, claro que acabamos desistindo, mas foi o suficiente para criar um amor platônico pelo jogo.

Porra, era o primeiro jogo de terror/suspense da história que merece o seu devido valor e até hoje eu considero como um verdadeiro clássico. Quem jogou RE, até mesmo em chinês, vietnamita, russo, belga (belgas falam francês, eu sei, mas estou falando metaforicamente, seu energumeno sem senso de humor), alemão, ucraniano e o caralho a 4, no seu lançamento ou próximo, apaixonou pelo jogo! Quem não se apaixonou virou um jovem rabugento que reclama da própria vida fútil e sem futuro.

E não, eu não gosto de Alone in the Dark. Nem quando eu joguei, em 1994, eu consegui ter medo daquilo e olha que eu tinha uns 7 anos.

Continuando: mais ou menos 1 ano e pouco depois, quando eu já estava na quinta série, saiu Resident Evil 2 em inglês e ele comprou.

O conteúdo desta caixa fez a felicidade de muita gente por muito tempo.

AGORA SIM!

Resident Evil 2 não devia nada ao seu antecessor. Na verdade esbanjava qualidades. Foi uma continuação digna e permaneceu sem tirar nada o terror visto no 1, adicionando desta vez mais ação.

RE2 foi, para mim, o equilíbrio perfeito entre terror e ação. O único problema (que naquela época não era tanto problema assim) era a jogabilidade dura que as vezes complicava uma reação rápida (que era bastante necessária).

Mas foda-se! Até parece que deixei de jogar porque morria e voltava mais de 20 minutos de jogo e isso se tivesse salvo recentemente. Existia até um bonuzinho caso você zerasse sem salvar.

Isso significava que você precisava jogar tão concentrado quanto deve ficar no seu trabalho em que seu chefe gosta tanto de você quanto gosta de perder dinheiro e rezar quase tanto quanto uma cristã fanática para que não faltasse luz no meio do processo ou que a sua empregada não desligasse o VG com a vassoura (provavelmente propositalmente, aquela nigrinha) quando você fizesse uma pausa para pegar meio pacote de passatempo com um copo de coca para desestressar. Independente do que acontecesse, sua reação dificilmente passaria de um FFFFFFUUUUUUUUUUU- digno de recordação para assistir com os netos.

Como os gamers eram persistentes...

Não alongando mais do que necessário essa história, que repetirei em um futuro especial Resident Evil (aguardem!), o ponto que quero chegar é que por causa da série Resident Evil eu virei um grande fã de jogos de terror/suspense. Depois de RE saiu Silent Hill que no ponto terror é ainda melhor, veio Forbidden Siren, Fatal Frame... e os pseudo terrores como Parasite Eve.

Nada contra PE, é um bom jogo por sinal, mas não há quem me convença que aquilo é terror.

Chegou ao ponto que séries novas deixaram de existir e as velhas já tinham mais de 500 continuações. Silent Hill mesmo tem 6 jogos, Resident Evil passou muito de uma dezena, Fatal Frame fez trilogia e etc. O problema das séries velhas terem tantas continuações, não foi apenas por terem ficado ruins (Silent Hill: Homecoming) ou constrangedoramente modificadas (Resident Evil 4 e 5), mas sim porque chega um ponto que enche o saco, perde a graça, satura e outras expressões que adoro utilizar quando não me divirto muito com algo que me divertia muito antes.

O gênero terror passou um tempo considerável sendo sustentado apenas por séries antigas e que apesar de parecer ter um futuro genial no início, esse mesmo futuro passou a ser incerto depois de umas sequências em que você não falava mais que: "Porra. É bom e... ah, é bom!".

Então que surge de forma quase tão súbita e inesperada quanto as mortes de Kuririn em Dragon Ball, Dead Space.

Nossa, como eu enrolei para começar esse review! O arquivo do notepad já tem 5.5 KB!

Enrolado... humm

...han. O quê? Ah sim. Dead Space. Continuemos.

Dead Space foi um jogo de TERROR/SUSPENSE lançado pela Eletronic Arts (EA) em outubro do ano passado para PC/Xbox 360 e PS3.

FINALMENTE ALGO NOVO, PORRA!

O jogo se passa no meio do terceiro milênio. Você é Isaac, um dos tripulantes de uma nave que sai em busca de resgate da nave USG Ishimura, que não é nada mais que uma espaço... nave (juro que tentei não repetir essa palavra de novo, mas tá complicado) gigante que estava em uma missão que você descobre que era secreta ao ver a animação feita para contar a história em detalhes do jogo: Dead Space: Downfall (já falo dela com mais detalhes). Porque você foi tripulado para tal missão não sei, mas uma grande parte da motivação foi para resgatar a sua amada Nicole (a primeira coisa que aparece no jogo é um vídeo dela pedindo desculpas e que gostaria de falar com Isaac).

Quando todos chegam perto da nave, ela está as escuras (o que não é nada normal) e ninguém responde via rádio (o que também não é nada normal, considerando que mais de 1000 pessoas estavam a bordo). Não é necessário muita inteligência para saber que tem algo errado nessa porra. O rádio é respondido algum tempo depois, com ruídos estranhos e uma das tripulantes da sua nave classifica que o problema é exclusivamente de sinal.

Hum... tudo deserto e não vejo nad... que diabos é aquilo ali na frente?

Bom, eu no lugar dela falaria a mesma coisa. Afinal monstros não existem. Você foi educado desde pequeno que era assim. Mesmo que um ogro apareça do seu lado, lembre-se que ele é apenas uma pessoa com graves problemas de deficiência e que você não deve mangar dele.

Até porque se mangar dele, será a última coisa que você fará da vida.

Enfim, chegando lá você descobre que sua mãe te sacaniou por toda a sua infância e achava que dizendo que monstros não existiriam, você cresceria com um QI maior que o de um analfabeto e sem traumas. Como traumas não tem idade definida para acontecerem, não é necessário muito para saber que a proteção de mamãe só fez piorar a sua situação e que ao ver o primeiro monstro prestes a te cortar em mil pedaços em apenas 2 segundos, todo o QI adquirido na sua vida é tão util quanto aquela camisinha furada que faz muitos pagarem pensão para aproveitadoras e/ou sortudas até hoje.

A vida é triste e quer te destruir. Acostume-se com isso.

Você não tem a menor idéia de que porra aconteceu na USG Ishimura e começa a descobrir enquanto joga. De toda a tripulação da nave que você veio só sobrevive você, Kendra Daniels (a tripulante que me referi acima e também especialista no reparo em naves) e Zach Hammond (o maior responsável pela missão a bordo do Ishimura). Eles vão te ajudando ao decorrer do jogo, apesar de sumirem nas horas em que você precisa mais deles.

Aos poucos você vai descobrindo gravações que por alguma razão ficaram espalhadas em locais que, digamos, estão um pouco longe de onde deveriam estar e essas gravações vão contando o que aconteceu na nave, como vencer os tais monstros e várias coisas que parecem ser sem sentido de pessoas totalmente loucas.

Estou louco por matar vocês, filhos da puta.

Aliás, "loucura" é o ponto alto do jogo. Tem poucos posts que comentei aqui que sou apaixonado por tudo que envolve "madness" e Dead Space não deixa pra menos. Inclusive loucura foi justamente a razão porque um acidente tão desastroso aconteceu. A história conta que as pessoas começaram a ficar loucas e matar seus próprios colegas de trabalho por alguma razão.

O enredo se desenvolve bem mais e você vai começando a se identificar com ele e com os personagens. Quase como um filme.

Aliás, é melhor deixar isso de "filme" pra lá senão o resultado não será muito bom. O histórico de filmes baseados em jogos comprova isso.

Quanto ao jogo, os gráficos são dignos da Eletronic Arts: lindos de se ver. Tudo é bem detalhado, a iluminação e sombra são a beira da perfeição e o melhor de tudo: o clima sombrio da nave foi detalhado da forma que deve.

Mas, como todo bom gamer, você sabe que o forte da EA sempre foram os gráficos, mas pecava em outras características. Será que isso se repetiu em Dead Space?

Posso dizer com toda a alegria que não.

Hum... onde devo atirar? Parece que não é naquele negócio brilhante... vejamos...

A câmera segue o esquema de Resident Evil 4 e 5 (uma das coisas que eu adoro nesses games), só que do lado inverso (a esquerda). Isso aumenta ainda mais a tensão, porque a camera já está bem próxima e fica ainda mais próxima quando a mira é ativada (quase tão próxima quanto um FPS).

Muitos tem dúvida como uma camera de um jogo pode ser boa. A resposta vem de forma simples e direta no Dead Space: ela precisa acompanhar o jogador e poder girar com algum botão. Fim.

Não tem segredo nessa porra! Ela só precisa ACOMPANHAR o jogador e girar com algum botão (qualquer que seja). Nem mais, nem menos.

Que legal, eu posso virar a cam... HOLY SHIT! HOLY FUCKIN' SHIT!!

A jogabilidade pode atrapalhar de início, pois os botões padrão são diferentes em relação a jogos de mesmo estilo, mas não demora muito para ver que não poderiam ter escolhido algo tão melhor assim. É de fácil costume e dificilmente você trocará botões, consequentemente você não morrerá apenas por se perder nos botões.

Bem... quem sabe na primeira fase, mas faz parte.

O jogo inicialmente conta com 3 níveis de dificuldade: Easy, Normal e Hard (mais criativo impossível), mas ao zerar pela primeira vez, independente de qual dificuldade que seja, você ganha a dificuldade impossible.

No PC não tem o menor sentido de rejogar nessa dificuldade. Tudo o que você vai criar é raiva do jogo, de si mesmo e das primeiras 5 pessoas que ver quando sair do jogo depois de morrer 50 vezes seguidas na mesma parte, mas no Xbox 360 existe um achievement de 150G caso você zere no impossible.

Sim, achievements não valem de porra nenhuma, mas é como eu já disse antes: você tem uma enorme vontade de conquistá-los e mostrar todo feliz pros amigos como se você fosse o cara mais foda da face da terra apenas por ter uma conquista parecida como: "Vença o jogo na maior dificuldade".

Como a vida era mais fácil quando você contava as histórias de pescador do estilo: "Venci Descent na maior dificuldade sem sofrer nenhum damage". Hoje tá lá: "Vencer o jogo na maior dificuldade sem sofrer nenhum damage (Checkpoints e load games contam)" 600G e se ela não estiver habilitada, não adianta você contar nem pra sua irmã menor de 2 anos que fez porque nem ela irá acreditar, seu mentiroso!

Achievement unlocked: Smash the motherfucker.

Enfim, quanto a dificuldade impossible, tá MEIO exagerado porque não chega a ser impossível, mas terão alguns momentos em que você se esconderá debaixo da cama, chupando o dedo em estado fetal depois de morrer pela quadragésima vez do mesmo monstro que antes no easy você matava até no murro. E chamar por mamãe de nada vai adiantar, só se ela souber jogar mais que você.

E se sua mãe sabe jogar Dead Space mais que você, prova que sua vida inútil não tem nenhum sentido de existência. Leia esse review, comente e depois se mate. Exatamente nesta ordem.

Mas as dificuldades estão bem definidas. Easy você chega a vender bala de tão fácil que é (sim, você pode vender itens. Legal, huh?), enquanto no impossible você só não se vende para comprar vida e bala porque é impossível. No easy você pode facilmente conquistar o achievement "Beat the game using only the Plasma Cutter" (Plasma Cutter é a arma que você inicia o jogo), enquanto no impossible você vai implorar para pegar outra arma o mais rápido possível.

A respeito da trilha sonora... Dead Space ganhou vários prêmios justamente nesse quesito e eu não só entendo a conquista de tantos prêmios como também concordo. Sua trilha é simplesmente fenomenal! As músicas aparecem nas horas necessárias e pouco se repetem. Além disso elas cumprem no seu objetivo principal: aumentar o suspense.

Nada como uma linda visão pra refrescar a cabeça...

Aliás, suspense é o que o jogo mais tem. Lembra muito os bons tempos de Resident Evil quando ainda valorizava tal gênero (RE4 pode ser um excelente jogo, mas alguém se sentiu angustiado pelo "suspense" do jogo? Aliás, que suspense? Quando? Onde? Como?). Games novos nostálgicos são o que há de melhor!

O suspense é ainda aumentado quando você descobre que para ver menus (tirando o pause) o jogo vai continuar.

Utilizava a manha de recarregar uma arma no Resident Evil no inventário para não precisar carregar no jogo? Prepare-se para fazer outras estratégias.

Pausava o jogo no mapa ao invés do start? Isso pode significar a ida ao último checkpoint. Tudo isso porque um monstro aparece do nada e te destrói enquanto você pega seu suquinho de maracujá na geladeira.

Inventário sem pausar é awesome. Just awesome!

Oh shit...

Mas, é isso.

Dead Space é um dos novos jogos que nos trazem esperanças que nem tudo está perdido. O típico jogo que cala a boca de quem diz que os jogos de terror/suspense morreram no fim do século 20.

História excelente e criativa, trilha sonora excepcional, gráficos muito bons e a velha nostalgia de quando nos identificamos com jogos mais antigos e que fizeram nome.

Vale a compra e a conquista de todos os pontos no Xbox 360 e troféus no PS3 caso você seja um maníaco de tais bonus.

E finalmente decidiram que apostar em velhas séries é mais complexo que criar séries novas. Ô, inteligência! Bendita seja!

Dead Space: Downfall

Tenho a impressão que já vi essa mão antes...

Dead Space: Downfall é um filmezito animaditu lançado logo depois do jogo que tinha como principal objetivo explicar que desgraça que aconteceu na USG Ishimura.

O filme não é grande coisa, tem grandes vestígios de ter feito "nas pressas" (efeitos especiais exagerados e poucos desenhos em movimento) e tudo acontece muito rápido.

Em compensação o longa animado mostra porque existe: explica exatamente de todas as formas como aconteceu, porque aconteceu e o que aconteceu.

E a música de "nanar" com efeitos sombrios que canta no final é a prova porque a trilha sonora de Dead Space é tão excepcional.

Pergunta: como ela teve tempo de se cobrir tão perfeitamente com a toalha antes de fugir? Tempo! Tic tac tic tac...

Deve ser assistido por toda pessoa que tenha algum vínculo com Dead Space. Agora, quando você deve assistir? Eu recomendo que depois de ter zerado o jogo, porque se assistir antes (como eu fiz) dificilmente "absorverá a essência" e provavelmente terá que assistir de novo depois da zerada.

Se você quer uma avaliação minha em nota, serei breve:

Avaliação Final: 7,0 (Mediano)

Avaliação técnica das categorias:

Não joguei a versão PS3, mas pelo que eu vi sobre, ela está praticamente igual a do Xbox 360 e PC.

Gráficos:
Excelentes. Até mesmo com o que eu chamo de "gráficos metálicos" o jogo consegue diferenciar os locais. Os monstros também chegam perto do que gosto de chamar de "medonhos" e isso é UM PONTO CHAVE em jogos de terror/suspense. Outro ponto chave é o sangue espalhado ao redor da nave, o que faz você ter imaginações nada boas e perturbadoras.
Avaliação Xbox 360 e PC: 9,5

Artístico:
Futurístico e... só.
Avaliação Xbox 360 e PC: NA (Não aplicável)

Diversão:
A diversão do jogo fica em relação ao que você pode fazer aos "monstros necrófilos". Atirar na cabeça, irá explodi-la, atirar nas pernas, irá cortá-las e por aí vai. Mesmo no easy em pouco tempo você dará conta que está atirando em lugares específicos por puro prazer.
Avaliação Xbox 360 e PC: 9,0

Replay:
O fim do jogo por algum motivo faz ter vontade de jogá-lo de novo, mas não é nada de especial e logo passa. Na versão Xbox 360 existe o achievement de zerar no impossible, além os que se referem a zerar só usando a Plasma Cutter. Você só se sentirá atraído se for um fanático por gamescore, como eu ultimamente estou sendo. Resumindo: nada especial.
Avaliação Xbox 360 e PC: 5,0

Jogabilidade:
É diferente, tem suas pequenas falhas que as vezes fará você morrer por ser lento demais ou simplesmente ficar preso em algum lugar por correr diretamente a ele depois de uma virada de 180 graus, mas não será causadora (ao menos não tanto) de gritos e rages.
Avaliação Xbox 360 e PC: 8,5

Dificuldade:
Os monstros não são mais inteligentes que um camarão e estão intencionados apenas em te matar. Não farão nenhum tipo de "estratégia especial" e até mesmo dos inimigos que lançam coisas, você desviará sem o menor problema com a menor habilidade. Eles contam com a vantagem númerica e o jogo posiciona bem o suficiente para você ser cercado 102% das vezes. De destaque mesmo é a boa variação das dificuldades e as limitrofes são bem definidas, o que é bom.
Avaliação Xbox 360 e PC: 7,5

Diversidade:
Conta com uma dezena de armas e alguns itens variados. Uma lojinha sem noção pra comprar mais itens, uma máquina pra evoluir outros, 6 roupas diferentes... enfim, é bom, mas não é tão especial assim.
Avaliação Xbox 360 e PC: 7,0

Som:
Excelente trilha sonora. Se aplica muito bem quando utilizada e as músicas cumprem no quesito suspense.

Os efeitos sonoros são o suficiente para lhe fazer gritar feito uma bichinha quando tomar um susto jogando com fone de ouvido, de madrugada e luzes apagadas.
Avaliação Xbox 360 e PC: 10

Multiplayer:
Um bom multiplayer que eu imagino para Dead Space é um modo coop, mas vai ficar no "imagino" mesmo, porque não tem.
Avaliação Xbox 360 e PC: NA (Não aplicável)

Geral:
Dead Space é o jogo perfeito para diminuir um pouco a saudade da "época de ouro" dos jogos de terror. É bom também para escapar da velha repetição de séries que já estão enchendo o saco.

Vale a compra, a satisfação e a cagada em alguns sustos :D

Avaliação Final: 8,3 / 10 (Muito Bom)


Shoot on the limbs!

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I DID IT!

A próxima análise não será sobre Wolfenstein, que ainda estou jogando o suficiente para o review, mas sim de um jogo que me chamou a atenção: Darkest of Days.

Time Commando? Não é bem assim...

Para ter uma idéia, recomendo que leia mais aqui (em inglês).

Até!

o/

5 comentários:

Prosinecki disse...

Porra, se eu gostasse de jogo nesse estilo eu jogaria com muito afinco, e que enrolação da porra pra começar a falar sobre do jogo.

E digo mais, quando não é jogo de terror maldito é um jogo fudido do caralho que eu vou ler só pra dar risada de tanto escalde que tu vai soltar AEUHEHUAEAE

Thiago disse...

meu tio me deu esse jogo de aniversario,eu achei que era um fps, mas acabei decepcionando com a camera,emfim eu zerei mas nao sem xingar a mae do cara que fez o jogo ,e sem levar um tapa na boca,foi simples assim:vida no maximo,todas as armas com municao total e todos o snodes possiveis utilizados em todas as armas (me deixando quase um deus no jogo) ai fui enfrentar o Hive mind sabe? o Final Boss...minha mae teve que me leva no dentista de tanto taapa na boca que eu levei PO MEU! Sacanagem ...soh porque eu gritei:
HIVE MIND FDP ENFIA ESSA P*** DESSE TENTACULO NO TEU C* CA***(intervalo de 30 segundos)CA*** MAIS QUE P*** PARA DE USA ESSA P*** DE TENTACULO QUE VS USA PRA ESTUPRA AS MININHA HENTAI!(mais 30s)CACETE PARA CA**** VAI A O c*(nota:eu soh usei o cutter) no fim eu ganhei do chefe e de brinde dois socos na cara e um aparelho novo \o/

Anônimo disse...

Parece ser um joguito frustrante!! Mas os graphicos que mais me chamaram atencao quando Phoenix me mostrou no laptop dele. Sem duvida o mais divertido review ate agora. Mas a pergunta eh a seguinte: E esses reviews em video saem ou nao saem?!?!? Sei que tinha um em producao achei muito legal o incio, mas cade????Espero que comeca a gravar logo!!! Sei que tem uma camera de Fu, pra dar a pontapezada inicial!!!

o>

FFUUUUUiiiiiii!!!!!!!!!!!

Sergio disse...

gosto bastante do jogo

e desse review também.

Theilor disse...

Quando eu tava chegando no final da introdução eu lembrei:
Ele não ia falar de Dead Space?
Puta texto falando do resident evil. huauhauhauhuha

Gostei da análise, embora eu só tenha jogado o dead space 2.